quinta-feira, 14 de agosto de 2008

The Charlatans fazem em Barcelona, show de pré-lançamento de You Cross My Path.

Dezoito anos depois do então movimento Madchester, ainda fiéis ao estilo pelo qual foram alguns dos responsáveis diretos, os Charlatans saem em tour européia para divulgar seu novo trabalho, You Cross My Path, primeiro álbum auto-financiado da banda e o décimo de sua carreira. A exemplo do Radiohead, o grupo disponibilizou o disco na internet e o vende fisicamente em maio.
Por Maurício Melo

THE CHARLATANS
Sala Bikini, Barcelona
6/2/2008
Texto/ Fotos Maurício Melo
Exibindo uma simpatia única com o público (repleto de britânicos) e a experiência que levam na bagagem desde seu primeiro hit, "Indian Rope", abriram o show com o novo single, já demonstrando que o próximo trabalho é mais rock do que o de hábito. Não que depois de todos esses anos role uma mudança radical, mas que as guitarras estão mais presentes é nitidamente perceptível. Em seguida, entrou "Weirdo", com sua inconfundível e marcante introdução nos teclados. "The Only One I Know" é sempre um ponto alto do show em qualquer período que a banda esteja atravessando, afinal com esta música apareceram para o mundo. "Can´t Get Out of the Bed", do aclamado disco Up to Our Hips, também foi motivo de empolgação, assim como também não poderiam faltar "Tremelo Song", "Tellin`Stories, "Love is the Key" e até "Blackned Blue Eyes", um dos hits do último trabalho, Simpático. Deste último tocaram ainda "City of the Dead", que tem uma levada mais reggae. Finalizaram com uma versão prolongada de "Sprostron Green", também do primeiro álbum.

Queens of the Stone Age - Barcelona 08 - Razzmatazz.

Shows começarem atrasados é corriqueiro em meio mundo. Começarem na hora é um hábito em alguns lugares, inclusive por aqui, na Espanha. Mas o que poucos podem esperar é iniciar antes do combinado. Fora os contratempos, o QOSA mostrou qualidade, peso, melodia.
Por Maurício Melo
QUEENS OF THE STONE AGE
Sala Razzmatazz, Barcelona16/2/2008
Texto e fotos Maurício Melo
Segungo informações dos organizadores a noite seria incrível, pois, além do Queens of the Stone Age, teríamos como convidado especial (e não simplesmente uma banda de abertura) Biffy Clyro. Ele lançou em 2007 seu quarto álbum, Puzzle, e, segundo meios especializados do Velho Continente, foi considerado um dos melhores discos do ano, adorados no Reino Unido pela NME, Kerang! e também por bandas como Rolling Stones e Bloc Party (abriram para o Bloc na tour do ano passado).
Sim, tudo isso seria possível de conferir se a organização cumprisse o horário impresso no convite. Prova do "crime", ou do atraso, eram os fotógrafos autorizados, que somente têm permissão para estar no espaço reservado nas três primeiras músicas, já tinham feito seu trabalho e já guardavam equipamento, quando o relógio ainda marcava 21h30, hora oficialmente marcada no convite. Enquanto isso, muita gente ainda entrava na sala e ainda havia uma pequena fila do lado de fora.
Confusão à parte, o que se viu no palco foi de fazer qualquer um esquecer o contratempo e admirar o que de melhor o Queens poderia apresentar: música de qualidade, peso, melodia. Regressaram à Espanha mais fortes do que nunca, não tocavam por aqui (salvo em festivais), desde o então aclamado Songs for the Deaf.
Apresentando Era Vulgares, sexto álbum (quinto de estúdio) que, a exemplo dos álbuns anteriores, ao vivo também se torna uma bomba-relógio - vide a boa receptividade em "Sick, Sick, Sick", "Misfit Love" e "3´s & 7´s". A decoração do palco era simples, porém, interessante: lustres de ferro e correntes penduradas com uma tonalidade de envelhecidos, em referência às lâmpadas da capa do disco.
O setlist foi básico, incluiu um pouco de cada álbum, mas bem calcado nos discos Lullabies to Paralize e Songs for The Deaf. Apesar das constantes mudanças de formação e convidados especiais para gravar discos, e até mesmo para sair em tour, este line-up vem se mantendo há alguns anos, com exceção do baixista, que nesta tour, substitui Alain Johannes que vinha com a banda desde a expulsão de Nick Oliveri.
Joey Castillo, o batera, merece destaque, não somente por ser muito bom tecnicamente, mas também por bater sem pena, e mostra porque foi escolhido para ser o substituto do até então "convidado" Dave Grohl. No geral, apesar da confusão do horário, o show foi ótimo e o bis com "Little Sister", "No One Knows" e "A Song For The Dead" em seqüência foi de deixar qualquer um alucinado.

Parkway Drive & Comeback Kid - Barcelona - Vans Tour 07 - HFMN Crew.



Quando a Vans anunciou seu pequeno festival Never Say Die! passando por Barcelona, tendo como headliners Parkway Drive e Comeback Kid, o difícil era imaginar quem sairia ganhando, apesar de ambos serem hardcore e cada um a seu estilo, o duelo foi interessante e no final quem lucrou foi o público, "irado" de parte a parte.

Por Maurício Melo
COMEBACK KID E PARKWAY DRIVE
Sala Mephisto, Barcelona
15/11/2007
Texto e fotos Maurício Melo
O festival na verdade contou também com outras bandas, como The Warriors, This is Hell, e Cancer Bats (Toronto), e a impressão que ficou foi de pura diversão, punk rock, pitadas hardcore, cerveja no palco, visual moicano, tatuagens, tudo como manda o figurino. Na vez de Parkway Drive suar a camisa, a banda de metalcore australiana formada em 2003 fez o show de lançamento de seu segundo disco, Horizons. Subiram ao palco sem pena de quem estava embaixo e despejaram todo o peso possível, muito mais que no disco e com o som em perfeitas condições. Não deixaram pedra sobre pedra,
"Gimme a D" e "Blackout", do primeiro álbum (Killing With a Smile), foram algumas das mais bem recebidas pelo público e, apesar de Horizons ter sido lançado há bem pouco tempo, músicas como "Boneyards", "The Sirens Song" e "Dead Men´s Chest", que já estavam disponíveis no MySpace há algum tempo, foram igualmente bem recebidas, as outras, apesar de boas, ficaram mais por conta da empolgação.
Aproveitando o público bem aquecido pelos "Drivers" e não demorando a entrar em cena, o Comeback Kid. Formado em 2002 em Winnipeg (Canadá) e lançou seu primeiro álbum, Turn it Around, em 2003, subiu ao palco como headliner do mini-festival lançando seu terceiro disco, Broadcasting. Apesar de lançando disco novo, as primeiras músicas foram do anterior, Wake the Dead.
Abriram com "False Idols Fall" e em seguida "My Other Side", levando a molecada local à loucura. O vocalista se movimentava sem parar, muito stage-dive, o guitarrista e o baixista se revezando nos vocais, saltando, o batera espancava total, era uma avalanche hardcore "new generation", ao mesmo tempo melodia nas guitarras. "The Trouble I Love", "Falling Apart", "In Case of Fire", "Hailing on Me" foram algumas das mais bem recebidas mas nada se comparou a "Wake the Dead" e "Die Tonight", já indispensáveis. O público foi embora pra casa com gostinho de quero mais.

Arctic Monkeys - Espacio Movistar - Barcelona 07


Visitando Barcelona pela segunda vez este ano, a primeira antes de lançar Favourite Worst Nightmare, e mais uma vez repetindo sucesso de público, o Arctic Monkeys teve os ingressos esgotados em uma semana. Deixaram ótima impressão e fizeram um show muito bom - na verdade, um dos melhores deste ano.
Por Maurício Melo
ARCTIC MONKEYS
Espacio Movistar, Barcelona
1/12/2007
Texto e fotos Maurício Melo
Só mesmo indo ao show dos "Macacos" para entender melhor o porquê de toda a euforia de imprensa e público ao redor da banda. A história todo mundo já sabe mas vale fazer um resumo. Formada em Sheffield, South Yorkshire (Inglaterra) em 2003, por até então adolescentes, a banda já era conhecida do público mesmo antes de lançar seu primeiro álbum, Whatever People Say I Am, That´s What I´m Not, por divulgar seu trabalho na internet e vender mais de 118 mil cópias no primeiro dia de vendas (só na Inglaterra).
Desta vez, apresentando oficialmente seu novo trabalho, My Favourite Worst Nightmare (para muitos veículos especializados considerado um dos discos do ano), em uma tour que incluiu o Brasil, os Arctics se apresentaram com toda a simplicidade que vem marcando seus shows e discos, deixam claras suas influências de Strokes e Libertines - e não podia ser diferente. Nada de inovador, incrível ou de criatividade insuperável, simplesmente rock’n’roll, básico, duas guitarras, baixo, bateria, roupas simples, cabelos desarrumados, jeans e muita energia.
"This House is a Circus" foi a música de abertura, parecia até uma referência ao local que é uma lona (não voadora) e muito parece um circo. O público, empolgadíssimo, cantava tudo junto e duas coisas chamavam atenção: a enorme presença feminina e a invasão de ingleses, principalmente na lista de convidados - por momentos de distração era como se estivéssemos em Sheffield. Alex Turner (vocal) aproveitava para agradecer a todos, dar boas vindas a seus compatriotas e anunciar "I Bet You Look Good On The Dance Floor", mais convidativo impossível.
"Fake Tales of San Francisco" se encaixou perfeitamente e não deixou ninguém parado, assim como "Red Lights Indicates Doors Are Secured" e mesmo na lentinha "Riot Van" havia alegria e foi impossível escutar "From Ritz to the Rubble" ser executada e não sorrir. "Teddy Picker" e "D is for Dangerours" fizeram a cabeça dos fãs logo em seguida, uma seqüência de tirar o fôlego. Na verdade o show inteiro foi de tirar o fôlego, só faltava o one, two, three, four entre uma música e outra, aí acho que pesaria um pouco, vamos com calma.
Com um pouco mais de uma hora, como é de hábito por aqui, o show chegou a seu fim mas ainda voltariam para um bis com "Brainstorm", desejaram um Feliz Natal antecipado e um ótimo 2008, pois 2007 foi de bom tamanho. Nada mal para uns rapazes que, em suas próprias palavras, não estão preocupados com o sucesso repentino, dinheiro e que em dezembro de 2002 ganhavam suas primeiras guitarras de Natal - viva Papai Noel!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Agnostic Front - El Masnou - Barcelona 2007.



Já tinha visto a banda em outras ocasiões e se o show fosse pertinho não teria nenhuma dúvida em ir, afinal, por 13 euros não estava nada mal. Só que eles tocariam em Masnou, um pueblo (como se diz por aqui) de Barcelona, e teria que ir de trem, sem contar o frio e o fato de ter que levantar cedo para o trabalho no dia seguinte. Mas para ver o Agnostic Front nada disso desanima.
Por Mauricio Melo.
AGNOSTIC FRONT
Centro Cívico El Masnou, Barcelon
16/11/2007
Texto e fotos Mauricio Melo.
Era de rir, um pueblo tranqüilo, tipo estas cidades pequenitas de beira de praia, pacata e, de repente, no centro cívico da cidade, uma faixa “Agnostic Front” e uma mistura de punks (radicais e não radicais), skins e afins "invadindo" o local. Cheguei em cima da hora e infelizmente não deu para assistir ao Evergreen Terrace.
O show tem por base os discos Another Voice, One Voice e o novo álbum, Warriors. Músicas da fase street somente quatro: “Riot Riot Upstart”, “Police State”, “Gotta Go” e “Believe”, que foi cantada em espanhol. Das mais antigas e já clássicas, “Victim in Pain”, “Friend or Foe”, “The Eliminator”, “Last Warning” e “Anthem”, todo o restante do set foi baseado no estilo atual da banda.
A banda está perfeita no palco, Roger Miret se movimenta bastante apesar dos quilos a mais e Vinnie Stigma mais parece um libero no palco, mais recuado, em destaque e dando uma cobertura total nas bases. Stigma é ícone do hardcore, por tudo que já fez, pelas bandas em que tocou, pela simplicidade de conversar com as pessoas e tratá-las de igual para igual seja quem for, é um cara adorado por todos, merece uma estátua em New York.
Enquanto isso os irmãos Gallo (baixo e bateria) despejavam energia no palco junto ao bom guitarrista Joseph James. O público também ajudou bastante, pois até mesmo as novas músicas, disponíveis via MySpace, foram cantadas ao extremo, principalmente “Dead to Me” e “For my Family”.
Na música “Gotta Go” foi a vez de convidar as meninas para subirem ao palco e ajudar nos vocais, porém muitas ficaram com medo e somente poucas aceitaram a brincadeira. Para terminar, “Anthem”, um pouco embolada - na verdade, a banda deu uma errada mas logo se concertou. Àquela altura já valia tudo, realmente um bom show.
Mais fotos sobre o show em www.flickr.com/photos/mauriciomelo
Texto também publicado em www.portalrockpress.com.br

Bloc Party - Espacio Movistar - Barcelona




Bloc Party
Espacio Movistar - Barcelona
26/11/2007.
Texto e Fotos: Mauricio Melo.
Parece mesmo que o Bloc Party gostou de Barcelona pois é a terceira vez este ano que eles aparecem por aqui. Desta vez a "desculpa" por tocar na cidade é o lançamento de uma edição deluxe do segundo trabalho, que vem com uma coletânea de apresentações ao vivo e alguns de seus clips, incluindo "Flux".
Assim como no show anterior, a música de abertura foi "Song For Clay (Disappear Here)" e em seguida "Hunting for Witches", logo de cara as duas primeiras do Weekend e parece que desta vez os fãs assimilaram o "golpe", pois a pista fervia (das outras vezes, o público não mostrou tanta intimidade com o trabalho da banda).
O simpático vocalista Kele Okereke exibia contente seu novo visual, de óculos - fez questão de mostrá-lo ao público no intervalo de uma das músicas. Para delírio de todos, logo veio "Blue Light", música do aclamado Silent Alarm. Kele é o único que se comunica com o público, os outros integrantes são mais parados e calados. Já não fazia diferença se a música era do Silent ou do Weekend, todas eram muito bem recebidas. É lógico que "Like Eating Glass", "Helicopter" e principalmente "Banquet" foram as mais exaltadas.
Uma segunda bateria foi montada e o baixista se tornou o segundo baterista em “Sunday”, uma música mais tranqüila para a galera poder respirar um pouco. "Positive Tension" também mereceu destaque pois vai sendo cantada como um rap para se tornar rock and roll total e vem o grito “So Fucking Useless”, que Kele deixou para o público.
A vontade de Kele era dividir o palco com seus fãs, mas como muita gente ficaria de fora ele resolveu fazer o contrário: na música "She Hearing Voices", deixou os óculos e a guitarra de lado, segurou bem o microfone e foi para a galera, dispensou os seguranças, pulou a grade e foi nadando na multidão, continuou cantando, de repente sumiu, apareceu em uma área que estava fechada ao público e foi cantando até a parte de trás da pista, feliz da vida. Retornou ao palco com um sorriso de orelha a orelha.

Anunciou então que o show estava perigosamente próximo do fim, tocaram mais algumas e se despediram, voltaram para o bis, cantaram mais três músicas e se despediram novamente mas ninguém arredou pé, nem foi preciso pedir muito e voltaram para mais uma, "This Modern Love".
Então se despediram para valer. Kele já ia saindo do palco quando voltou correndo... mais uma música? Infelizmente não. Abriu seu largo sorriso, colocou os óculos que tirara antes de se jogar nos braços de seus entusiasmados fãs e já ia esquecendo no palco e deu um até breve.
Mais fotos sobre o show em www.flickr.com/photos/mauriciomelo
Também publicado no Portal Rock Press. www.portalrockpress.com.br

Editors - Wintercase 07 - Barcelona


Editors - Wintercase 07 - Barcelona
Sinnamon Promotions
20/11/07 - Espacio Movistar.
Texto e Fotos: Mauricio Melo.

O Wintercase San Miguel é um festival já tradicional aqui na Espanha que apresenta bandas novas e uma headliner conhecida mas ainda não totalmente famosa, ou seja, é um festival que apresenta tendências. E uma banda que foi tendência uns anos atrás e que agora está acontecendo, é o Editors. Por Mauricio Melo
Muito se compara o Editors com o Interpol. As semelhanças são grandes, principalmente o primeiro disco do Editors (The Back Room), o timbre de voz é parecido, os riffs de guitarra, o baixo marcado, tudo muito Joy Division, sem dúvida, mas já no segundo disco os Editors mostram algo mais melódico, mais trabalhado, enquanto o Interpol continua mais obscuro – em bom português: o Editors é mais pop que o Interpol e ponto.
Como de hábito, a banda abriu o show com “Lights”, em seguida veio a faixa-título do novo e segundo disco, An End Has a Start , e depois “Bones”, com fãs da primeira fila cantando e gesticulando junto ao vocalista Tom Smith, que, vale citar, se doa completamente: canta, dança, se contorce (já vimos isso antes), sobe no piano, enquanto os outros integrantes seguram as bases. O guitarrista é mais paradão e o baixista é que manda ver, dançando sem parar.
Como só têm dois discos (e bons) fica fácil de agradar o público, sem ficar aquele clima de "faltou aquela música". O show é ótimo, e além das já citadas, outras muito bem recebidas pela platéia foram “Smokers Outside the Hospital Doors”, “All Sparks”, que é Joy Division puro, assim como “Blood, Spiders” e, é claro, “Munich”. A banda sabe levar o público com maestria, é como se já estivessem ensaiando para levar públicos maiores futuramente - só questão de tempo.
Espero que esta banda passe pelo Brasil em breve e que vocês tenham a oportunidade de assistir. Vale muito à pena. Este texto também foi publicado no Portal Rock Press (www.portalrockpress.com.br).
Abraço.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Tiro de Partida.

Bem, vou iniciando meu blog. Mais um bagulho para contribuir com minha falta de tempo. Depois de e-mails, orkut, facebook, flickr, myspace e além de tentar escrever para páginas web, revistas online e revistas de papel (como definem por aqui), chegou a hora do faça você mesmo! Aquele velho ditado punk e que muitas vezes deu certo.
Neste pequeno espaço vou colocando um pouco do meu convívio em Barcelona, mais direcionado a música é claro. Irão aparecer uns textos, fotos, novidades musicais do que rola por aqui. Mas também rola curiosidade local, alguma brincadeira e é claro algum BMX. Isso mesmo, sou um BMX old school, old mesmo levando em consideração minha idade. Porém, se o Romário jogou profissionalmente até os 42 anos de idade, porque que não posso brincar com uma bicicleta de criança?!
Bem, esse é o primeiro registro de um blog mais dedicado aos amigos e amantes da música do que para qualquer outra finalidade.
Grande abraço a todos.
Mauricio Melo.